Surto de H1N1 coloca população em alerta. Veja quais são os sintomas e como se cuidar

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Parece que as doenças típicas de inverno resolveram surgir mais cedo neste ano. Como se não bastasse o aumento dos casos de dengue e zika vírus, agora é a vez da gripe H1N1 colocar a população em alerta.


O surto da chamada “gripe suína” registrado em São Paulo (SP) tem levando os moradores de outras regiões do país – inclusive os de Montes Claros – a buscar mais informações sobre a doença, afinal, seus sintomas são muito parecidos com os da gripe comum.


Além de febre acima de 37,8º, dor de garganta, na cabeça e no corpo, tosse e coriza, a gripe causada pelo vírus H1N1 tem mais potencial para provocar uma evolução grave, causando a Síndrome Respiratória Aguda.


Nesse quadro, a pessoa pode ter falta de ar, menos oxigênio no corpo e desconforto para respirar, como explica a médica pneumologista Marice Ashidani. Casos como esse podem evoluir para uma insuficiência respiratória e chegar até a morte.


Transmissão do vírus H1N1 e cuidados necessários


A transmissão desse tipo de gripe ocorre por meio das secreções das vias aéreas, como nariz e boca. Por isso, a principal recomendação dada a todos (doentes e sadios) é higienizar as mãos frequentemente, com água e sabão ou álcool gel.


Outra atitude importante é manter os ambientes sempre ventilados e arejados, além de evitar locais fechados com muitas pessoas.


Pessoas que estão gripadas sempre devem tomar cuidado para não facilitar a transmissão, protegendo a boca e o nariz em caso de tosse ou espirro. E quando isso acontecer, tape a boca com um lenço ou com o antebraço, e não com as mãos.  


Adultos e crianças com H1N1 devem permanecer em repouso em suas casas. O ideal é retomar a rotina 24 horas depois do desaparecimento completo dos sintomas.


Outros sinais de alerta


Caso você ou alguma pessoa de sua família seja contaminada com o vírus H1N1, fique atento a esses sinais. Se eles surgirem, procure um hospital ou posto médico. Confira:


- A febre continua por mais de 3 a 4 dias e o adulto/criança está muito abatida;


- O doente apresenta sintomas como dificuldade para respirar, vômitos e diarreia sem melhora, inchaço nas juntas ou muita dor que não aliviam com medicação;


- A criança fica irritada, dorme demais, para de brincar ou não aceita comidas ou bebidas;


- Os sintomas não melhoram ou duram mais de 7 a 10 dias seguidos.
Mais informações sobre medicação devem ser obtidas com o médico de sua confiança.

Montes Claros

  • Lançamento: 2016-04-07 11:00:58
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